
8 variedades cultivadas a 850m de altitude. Cada lote é único, rastreável e certificado pelo protocolo Safe Bean.
O microclima da Zona da Mata de Minas Gerais, a 850 metros de altitude, cria condições ideais para o desenvolvimento de cafés especiais. A amplitude térmica de 12°C entre dia e noite permite uma maturação lenta e uniforme das cerejas, concentrando açúcares e compostos aromáticos complexos.
8 cultivares selecionados por adaptação ao terroir, potencial sensorial e sustentabilidade agronômica
Etiópia (Gesha Village)
Grão alongado, baixa produtividade, complexidade aromática excepcional. Cultivado nos micro-lotes mais altos do sítio.
Colômbia (mutação natural)
Cereja de coloração rosada, maturação uniforme. Fermentação anaeróbica controlada de 72-96h revela notas vínicas únicas.
Brasil (IBC/Procafé)
Variedade brasileira de alta performance. Grãos grandes com peneira 16+. Excelente corpo e doçura natural.
Brasil (IAC — cruzamento Mundo Novo × Caturra)
Porte baixo, alta produtividade. Adaptação excepcional ao terroir da Zona da Mata. Base da produção do sítio.
Brasil (IAC — variação do Catuaí)
Cereja amarela com maturação mais tardia. Doçura pronunciada e acidez delicada. Secagem lenta em terreiros suspensos.
Brasil (cruzamento natural Sumatra × Bourbon)
Porte alto, vigor excepcional. Grãos densos com excelente uniformidade. Perfil clássico brasileiro com corpo encorpado.
Brasil (EPAMIG — Sarchimor × Catuaí)
Resistência natural à ferrugem. Grãos de alta densidade com perfil complexo de especiarias. Variedade promissora para cafés especiais.
Timor Híbrido (CIFC)
Resistência a doenças com complexidade sensorial. Grão denso, ideal para blends premium e single origins de corpo robusto.
Certificação técnica independente baseada em rastreabilidade integral, segurança alimentar e controle científico de pós-colheita
O Safe Bean é um sistema próprio de qualificação que vai além da pontuação sensorial tradicional (SCA), incorporando critérios científicos, rastreabilidade total, manejo agronômico e segurança alimentar. Cada lote é avaliado individualmente nos 4 pilares do protocolo.
Avalia uso de agrotóxicos, saúde do solo, registro de adubações e histórico produtivo. Classificação em 4 níveis: Verde (100% livre), Amarelo (transição avançada), Laranja (transição inicial) e Azul (parceiro em desenvolvimento).
Talhão identificado, data de colheita, processo pós-colheita detalhado, curvas de fermentação, dados de secagem (temperatura, umidade, AW). Cada lote possui QR Code vinculado a relatório técnico digital.
Avaliações laboratoriais: densidade do grão, atividade de água (AW), umidade, colorimetria (Agtron), perfil sensorial via IA (ProfilePrint) e classificação física por peneira e defeitos.
pH pós-fermentação, curva Brix, controle microbiológico, protocolos de fermentação documentados e estabilidade de armazenamento.
"O Safe Bean funciona como uma camada de validação técnica acima do conceito de café especial — baseado em dados objetivos, integrando biologia, tecnologia e rastreabilidade."
Cada lote passa por um protocolo rigoroso de 8 etapas de qualidade e segurança alimentar
Derrica no pano + picking manual para variedades nobres (Geisha, Pink Bourbon)
Natural (18-25 dias), Honey (12-18 dias) ou Fermentação Anaeróbica (72-96h)
Terreiros suspensos com cobertura + Dark Room automatizada (temperatura, umidade, CO₂, HEPA)
Seleção por peneira, catação de defeitos, classificação por densidade
Umidade (10-12%), atividade de água (AW < 0.60), densidade, pH, colorimetria Agtron
Glifosato + Multi-resíduos: ND (Não Detectado) em todas as amostras
ProfilePrint IA + Q-Graders certificados SCA. Score composto final
Score final integrado: Agronômico + Rastreabilidade + Tecnológico + Científico
Embalagem premium para cafés de laboratório

Kit de Degustação

Safe Bean Certified

Embalagem Premium

Caixas de Apresentação

Rótulo Artesanal
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